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EUA vão proibir investimentos direcionados em chips e IA da China

30/10/2024

Foto de Bermix Studio na Unsplash

A partir de 02 de janeiro, envolvimento em “determinados conjuntos de tecnologias e produtos” é proibido por questão de segurança nacional

Os Estados Unidos vão proibir investimentos direcionados em semicondutores, tecnologias quânticas e inteligência artificial da China a partir de 02 de janeiro de 2025, caso tais movimentos sejam considerados uma ameaça à segurança nacional norte-americana.

Segundo o site South China Morning Post, o Tesouro norte-americano divulgou regras para proibir o envolvimento norte-americano em determinadas transações com a China continental, Hong Kong e Macau.

O foco de tais regras envolve “um conjunto definido de tecnologias e produtos” que representam um risco à segurança nacional, e o Tesouro exige que tais transações sejam notificadas.

De acordo com o Tesouro norte-americano, as transações cobririam tecnologias em semicondutores e microeletrônica e tecnologias de informação quântica, bem como IA, que descreveu como “fundamentais para o desenvolvimento da próxima geração de aplicações militares, de vigilância, inteligência e certas aplicações de segurança cibernética”, como jatos de combate de próxima geração.

Em linhas gerais,a proibição engloba investimentos diretos ou indiretos, como aqueles que usam modelos de IA para melhorar a inteligência de mira ou sistemas de armas autônomos por meio de uma empresa-mãe chinesa, bem como o desenvolvimento de um sistema de IA projetado exclusivamente ou destinado a um local militar.

Transações como a aquisição de participação acionária, certos financiamentos de dívida e investimentos greenfield ou investimentos que poderiam resultar em expansão corporativa e joint ventures também seriam alvos.

Para altos funcionários do governo Joe Biden, tais regras garantiriam que os investimentos dos Estados Unidos não fossem “explorados” para o desenvolvimento de tecnologias avançadas que poderiam acelerar a modernização das forças armadas chinesas.

Fonte: Jornal GGN

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