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Queda nos preços da batata, cebola e arroz seguram inflação de julho, que fica em 0,26%

12/08/2025

Créditos: Valter Campanato/Agência Brasil

Fonte: Revista Fórum

A queda nos preços dos supermercados acontece antes da entrada em vigor do tarifaço de Donald Trump, que deve impactar na oferta interna de produtos como café e carne, que podem ficar mais baratos para o consumidor brasileiro.

A queda vertiginosa nos preços dos alimentos, especialmente os essenciais consumidos em casa, segurou o índice da inflação de julho, que ficou em 0,26%, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o IPCA acumula alta de 3,26% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 5,23%, abaixo dos 5,35% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2024, a variação havia sido de 0,38%.

O grupo alimentações e bebidas, que tem o maior peso no índice, teve queda de 0,27% pela queda nos preços da batata-inglesa (-20,27%), da cebola (-13,26%) e do arroz (-2,89%).

A queda nos preços dos supermercados acontece antes da entrada em vigor do tarifaço de Donald Trump, que deve impactar na oferta interna de produtos como café e carne, que podem ficar mais baratos para o consumidor brasileiro.

Outro setor que segurou a inflação foi o de vestuários, com roupas ficando 0,54% mais baratas. Destacam-se as quedas na roupa feminina (-0,98%) e na roupa masculina (-0,87%).

Quanto aos índices regionais, São Paulo apresentou a maior variação (0,46%) por conta da passagem aérea (13,56%) e da energia elétrica residencial (10,56%). A menor variação ocorreu em Campo Grande (-0,19%) em razão da queda na batata-inglesa (-33,84%) e na energia elétrica residencial (-1,39%)

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